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quarta-feira, 12 de agosto de 2015
Sono
Pessoas que demoram a dormir, que têm sono fragmentado, ou se sentem sonolentos em horas erradas...

Pessoas que demoram a dormir, que têm sono fragmentado, ou se sentem sonolentos em horas erradas, podem seguir algumas dicas para evitar desconforto nesse momento tão importante para o corpo. Dormir bem é fundamental para o bom regulamento do organismo, para a saúde e o bem-estar.

Trocar o travesseiro pode ser o primeiro passo para conseguir um sono confortável e duradouro. “O bom travesseiro deve ser confortável, deve acomodar bem a nuca, para não dar torcicolo. Mas não pode ser muito alto, pois a cabeça deve ficar no nível do ombro”, orienta a neurologista Clélia Franco.

A forma mais relaxante para dormir, segundo Clélia Franco, é na posição fetal. “Deitado de lado, com as pernas um pouco dobradas. Se der, também é bom colocar um travesseiro pequeno entre os joelhos”, explica.

De acordo com a especialista, qualquer fator externo que estimule demais o organismo pode prejudicar a qualidade do sono. “Excesso de bebida alcoólica, alimentação pesada, tabagismo, barulho, luz forte, tudo isso prejudica. O ambiente do quarto deve estar o mais agradável possível e com a menor quantidade de estímulos”, conta.

Muita gente utiliza o computador até tarde ou decide ler um livro como forma de esperar a chegada do sono. Segundo Clélia, essa prática não é adequada: “A tela luminosa, no caso da TV e do computador, são estimulantes para o corpo. A luz branca e forte mantém a pessoa em alerta, acordada”.

A duração mais correta para o sono depende muito da idade. As crianças, por exemplo, devem dormir de 9h a 10h, para recuperar as energias perdidas ao longo do dia. “O adulto jovem precisa, em média, de 7h a 8h. Já os idosos dormem menos à noite, cerca de 6h, mas, compensam com o cochilo diurno”, diz.

No caso das grávidas, as alterações no estado físico podem causar algumas perturbações no sono. “No primeiro trimestre da gestação, o sono pode ser perturbado pela acidez, o refluxo e a frequência de idas ao banheiro aumenta, o que torna o sono fragmentado. Já durante o dia, a sonolência pode aumentar por causa do aumento do hormônio progesterona”, explica a neurologista.

De acordo com Clélia, na última etapa da gestação, o “barrigão” também pode causar incômodo. “O peso do bebê aumenta, cresce o volume abdominal, a mulher vai mais ao banheiro, as posições incomodam na hora do sono”, afirma.

COLCHÃO
Metade dos seus dias, você passa sobre ele. O colchão é um dos principais elementos para uma boa qualidade do sono e, consequentemente, da saúde. É preciso saber escolher o certo, trocá-lo periodicamente e saber a forma correta de usar.

O que é preciso levar em consideração na hora de comprar o colchão? “As pessoas perguntam qual o colchão mais adequado para o seu peso e qual é o que vai proporcionar mais conforto”, diz a consultora do sono Mônica Gentile. Conforto é bom, mas não é o suficiente.

A primeira dica é: invista no seu conforto. Segundo o ortopedista Alexandre Arraes , parcele se for preciso, mas só leve para casa um colchão de qualidade. “Um colchão barato, que tenha um preço multo acessível, geralmente não tem um material dentro dele que ofereça resistência às curvas do corpo. Então durante o sono, ele se deforma e nisso, o corpo se modela de acordo com ele”, explica.

Na hora da compra, deixe a vergonha em casa e “experimente” o colchão. Sente, deite, vire de lado, enfim, observe se o colchão cede ou se não tem sustentação. Se isso ocorrer, deixe o colchão na loja. A próxima etapa é verificar de que é feito o colchão: espuma, látex, tem madeira, não tem, é de mola, não é. Daí, você vai escolher de acordo com a sua idade e peso.

Por exemplo, quem tem até 50 anos deve comprar os mais flexíveis. Acima de 50, os mais firmes. Quem está em forma ou com leve sobrepeso, os mais indicados são os colchões flexíveis. Para os obesos ou muito obesos, a firmeza e resistência do colchão é o mais importante.

Para as pessoas que têm dores constantes na coluna, antes a compra, deve procurar um especialista para saber o que provoca a dor e, assim, fazer a escolha de acordo com o problema. E no caso dos casais? Como saber qual colchão será bom para ambos?

“Deve escolher um colchão intermediário, que atenda a ambos, colchão que tenha flexibilidade, seja razoável, não seja exagerado, que não seja muito firme ou muito rígido”, diz Alexandre Arraes.

Ele lembra, ainda, que se a pessoa estiver no peso correto ou com pouco sobrepeso, deve fazer a troca do colchão de 10 em 10 anos. Já a vida útil do colchão de um obeso é a metade disso: apenas cinco anos.

Fonte: Da Redação do pe360graus.com

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